100 Maneiras pode entrar numa nova fase

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Nos meios de comunicação em Portugal surgiram notícias não confirmadas. Ljubomir Stanisic pode vender os locais da marca 100 Maneiras. Ele é chefe bósnio-português. Também fundou o grupo 100 Maneiras, em Lisboa. Os meios portugueses CM Jornal, Observador e NiT falaram do tema. Mas ainda não há fontes oficiais. Por isso, esta história pede cuidado. Neste momento, é mais um sinal de possível mudança. Ainda não é um facto final sobre uma venda.

Stanisic tornou-se uma figura conhecida na comida portuguesa. Isso aconteceu graças ao grupo 100 Maneiras. Em português, o nome quer dizer “100 formas”. O grupo tem projetos em Lisboa. Entre eles estão o 100 Maneiras e o Bistro 100 Maneiras. Estes espaços aparecem no site oficial 100 Maneiras. O nome já se liga a cozinha de autor. Também se liga à energia urbana do Bairro Alto. Este bairro fica no centro de Lisboa. A marca também lembra o ambiente de Lisboa. Um jantar pode durar mais tempo do que o plano inicial.

Ao mesmo tempo, há um ponto importante. Os dados principais do possível negócio ainda precisam de confirmação oficial. Ainda não se sabe quem pode comprar. Também não se sabe que empresas ou partes podem mudar de dono. Não se sabe se Stanisic ficará num papel criativo. Também não se sabe se a gestão diária vai mudar. Os canais oficiais do grupo continuam importantes. Um deles é o LinkedIn 100 Maneiras Group. Aí será possível verificar palavras como “novo ciclo”, sucessão ou parceria.

Para os ucranianos em Portugal, esta história interessa por mais do que o nome conhecido. HoReCa vem de hotel, restaurant, catering. Quer dizer hotéis, restauração e catering. Este setor ainda dá trabalho a muitos imigrantes. Também é uma porta para abrir pequenos negócios. A história de Stanisic mostra uma coisa. Em Portugal, um imigrante pode criar uma marca forte. Para isso, precisa de uma ideia clara, paciência e equipa. Também precisa de saber fazer contas. Não basta contar mesas bonitas na sala. É preciso contar os custos por trás delas.

A possível venda deste grupo também lembra outro ponto. O negócio da restauração em Lisboa está mais difícil. Os donos lidam com rendas altas. Também pagam produtos caros, energia, impostos e contabilidade. Pagam salários e procuram pessoal quase sempre. Por isso, para empresários ucranianos, este é um sinal realista. Há oportunidades. Mas antes de arrendar um espaço, é preciso contar tudo. É preciso contar a renda comercial. Também o IVA, a Segurança Social, licenças e contratos de trabalho. É preciso guardar dinheiro para alguns meses mais fracos. Um pastel-de-nata, para os clientes, parece simples. Mas o cash flow, ou fluxo de dinheiro, na cozinha não é sobremesa.

Enquanto os meios portugueses procuram mais dados, a frase principal deve ficar prudente. 100 Maneiras, uma marca conhecida de Lisboa, pode entrar numa nova fase. Para imigrantes em Portugal, esta é mais uma história útil. O sucesso aqui é possível. Mas o lado bonito de um negócio anda sempre junto com uma tabela de custos.

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